sábado, 14 de julho de 2012

Sonhos e coisas de um desafortunado




A tristeza é fiel 
ela vai e vem
mas nunca te abandona
a felicidade é brincalhona 
vem quando quer
as vezes tão rápido quanto chega vai embora
muitas vezes... demora de mais pra voltar
a paixão... essa sim é calorosa
vem como um furacão
aquece nosso coração
faz a vida ser mais vida
te trás as duas citadas lá em cima
o pranto é desnecessário
é considerado fraqueza, defesa para os olhos
mas em certas horas quando vem
parece que lavou toda nossa alma
o sorriso é meu preferido 
libera a endorfina
cativa, faz de um simples bom dia
a alegria para o resto do dia de uma pessoa
com um sorriso...
alguém pode fazer você o amar!
mas por incrível que pareça
as vezes seu sorriso é motivo de tristeza
para outras pessoas
o amor...haaaa o amor!
ele está em um pouquinho de todas essas coisas
simplesmente ele é... e está.
do mais cruel assassino a mãe puérpera
ele brota; sem se quer que o perceba
agindo e agindo... pra quem acredita
não deixe de acreditar... ele vai mudar sua vida.

"não cative alguém sem ter a intenção de ama-la para sempre"




segunda-feira, 4 de junho de 2012

Sorriso eterno

Eu vivo aguardando as surpresas que a vida tem guardado pra mim com a alegria de uma criança, mas por quanto tempo?
É difícil imaginar as coisas e não poder mudá-las, por mais que as coisas passem, o mundo gire, e as coisas mudem, é sempre ruim imaginar o que vem depois... as coisas mudam tão de pressa que as vezes não da pra acompanhar, mas vou tentando suportar a falta de endorfina no meu cérebro principalmente em dias chuvosos.

Quero dias em que eu posso compartilhar o amor, que eu possa sentir que ele é realmente de verdade, quero esquecer de tudo la fora só pelo simples fato de aqui dentro estar tudo que eu precise, quero sair em dias de sol e de chuva com o mesmo sorriso, quero amor eterno pra todo mundo, porque todo mundo merece, porque não a nada melhor que receber e doar o amor, isso realmente mudaria o mundo... outro dia me perguntaram o que eu mais queria no mundo, eu não soube responder, no momento não veio realmente nada na minha cabeça, mas nesse momento escrevendo isso, eu sei o que eu mais quero no mundo...

...amor eterno pra todos, seria tão bom, e iria realmente mudar o mundo pra algo melhor, algo infinitamente bom de se viver seria a vida.

sexta-feira, 30 de março de 2012

Nós e outros olhos.


Vaguei pela escuridão de duas iris comuns no brasil gerada de duas raças que uma dia não se misturavam, o que sobrou foram dores de uma escolha errada, quer dizer, não sei se é errada, porque o certo e o errado são coisas relativas de pessoa para pessoa.
A vida é cheia de coisas que não podemos entender, as vezes é melhor mesmo não entender, a verdade não é para todos, porque simplesmente não aguentamos, a queremos sempre, reclamamos da falsidade de uns, mas as vezes a verdade não é tão acolhedora e uma mentira necessária nem sempre é tão ruim.
De tudo um pouco temos que experimentar para podermos traçar um rumo que um dia pode ser o certo a seguir.
Na frente de uma casa comum ou de uma loja que se encontra no meio de um quarteirão eu pude alcançar a felicidade por alguns momentos, pra provar pra mim mesmo que ela pode ser encontrada em qualquer lugar, e pode ser perdida tão facilmente como foi alcançada.
Diante dos meus olhos vi as dores de ter feito coisas que me arrependo, mas não adianta se arrepender, nada vai ser como era antes, depois ter ocorrido aquele grito que não era pra ter saído naquela hora inesperada, e depois de correr a 80 por hora, as paredes do quarto se fecham e o aperto no peito vem arrebatar de uma forma que muitas vezes não da pra aguentar.
Seguir de uma forma uniforme algo como a vida que é tão heterogênea é quase impossível, ou melhor, é impossível mesmo, e de um por do sol a outro vou tentando relevar tanta diferença, beleza, calor, calamidades, fatos comuns, e uma das coisas que ninguém pode explicar... a forma de amar de cada pessoa. 
E sabe de uma coisa? foi tudo culpa de dois olhos comuns, que me afundaram no futuro que eu já havia imagina dentro daquele mar castanho que me mostrava o que viria a seguir.